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Protótipos para deficientes visuais classificam estudantes do IFPA Imprimir E-mail
Notícias - Empreendedor
Escrito por Amazônia - PA   
Ter, 27 de Outubro de 2009 10:27

Idealizadores são dois estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA)
Da Redação

Modelos genéticos ensinados nas escolas ganharam protótipos adaptados ao braille e a técnicas que permitem a identificação a partir do toque.

Os idealizadores são dois estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA).

A inovação, voltada ao ensino inclusivo de deficientes visuais, fez deles finalistas nacionais do Prêmio Técnico Empreendedor 2009 do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Os protótipos já renderam aos estudantes de Biologia Rafaela Braga, 22 anos, e Tiago Salgueiro, de 21, a premiação regional Norte do concurso promovido pelo Sebrae. Agora, a expectativa é pelo resultado da final nacional, no dia 25 de novembro, em Brasília.

O concurso selecionou projetos de empreendedorismo e cooperativismo desenvolvidos pelos alunos dos cursos técnicos e tecnológicos das instituições públicas de educação profissional e tecnológica. A dupla paraense escolheu montar uma empresa produtora de material inclusivo para a Genética (MIG).

Rafaela explica que os materiais tentam ajudar os alunos portadores de necessidades especiais a compreenderem os conteúdos de Genética ensinados nas aulas de Biologia. A escolha se deve ao forte apelo visual desses conteúdos, um limitador para quem não vê. Até agora, diz, só havia apostilas em braile.

A estudante afirma que o material também ajuda aqueles que veem, é uma forma de facilitar o entrosamento entre todos das turmas formadas por quem tem e quem não tem deficiências. Depois do modelo pronto, a utilização foi testada em oficinas realizadas em parceria com o Instituto Álvares de Azevedo, referência no ensino de deficientes visuais.

Além de esperar pelo resultado do prêmio do Sebrae, os estudantes têm expectativas quanto ao uso do material nas escolas. 'Nossa pretensão é, se conseguir financiamento, chegar à rede pública', diz Rafaela.

 

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